O que existe dentro do filtro de óleo do Onix? Um teste prático revela detalhes que quase ninguém vê
Filtros podem parecer iguais por fora, mas diferenças internas ajudam a entender por que a conversão correta é tão importante no dia a dia da manutenção.
Quem trabalha com manutenção troca filtros de óleo quase todos os dias. Mesmo assim, poucas pessoas já viram como um filtro realmente é por dentro e quais diferenças existem entre marcas que, na prática, são consideradas equivalentes.
Em um vídeo técnico publicado no YouTube, um criador decidiu ir além do catálogo e fez uma análise prática de filtros usados no Chevrolet Onix, um dos carros mais vendidos da última década. O objetivo não foi escolher “o melhor filtro”, mas entender como eles são construídos e o que muda internamente de uma marca para outra.
No teste, o autor desmonta filtros de óleo equivalentes utilizados no Onix e analisa tanto o exterior quanto o interior de cada modelo. A comparação envolve embalagem, dimensões físicas e, principalmente, o elemento filtrante, parte responsável por reter impurezas do óleo.
Os filtros analisados incluem códigos de marcas conhecidas como Tecfil, Vox, ACDelco, MANN-FILTER, Fram, Mahle e Wega.
Um detalhe curioso destacado logo no início é a semelhança entre os códigos, algo muito comum no mercado de filtros e que frequentemente confunde quem precisa fazer uma substituição rápida.
Por que isso importa na hora da substituição
Quem trabalha com manutenção já trocou centenas de filtros de óleo, mas raramente teve a oportunidade de ver o que existe dentro deles. Nesse vídeo são mostrados: filtros cortados, desmontados e analisados por dentro, revelando diferenças que não aparecem em catálogos.
O autor realiza um teste prático abrindo filtros de óleo reais para analisar sua construção interna. O objetivo não é dizer qual filtro é “melhor”, mas mostrar como eles são feitos e quais elementos influenciam no funcionamento, como tipo de mídia filtrante, válvulas internas e acabamento.
Uma análise prática e o que isso muda na hora da conversão
Uma dúvida muito comum entre profissionais de manutenção e balcão de autopeças é: de onde vem o filtro, quem fabrica e como ele é por dentro. No dia a dia, a troca é rápida, mas raramente há tempo para entender a construção interna do componente que protege o motor.
Nesse vídeo técnico publicado no YouTube pelo canal Mecart, o autor faz exatamente esse exercício: uma análise prática de filtros de óleo utilizados no Chevrolet Onix. A escolha do modelo não é por acaso, mas pela grande disponibilidade de filtros e marcas para comparação.
O que o autor fez no teste
No vídeo, o autor separa filtros de óleo equivalentes para o Onix e analisa:
a embalagem
a construção externa
o elemento filtrante interno
dimensões físicas e área de filtragem
Ele corta fisicamente filtros de óleo e apresenta seus componentes internos. Ele observa detalhes como:
a forma da mídia filtrante
a presença e o tipo de válvula
o acabamento da carcaça
a consistência do material interno
a forma da mídia filtrante
a presença e o tipo de válvula
o acabamento da carcaça
a consistência do material interno
Ao final, a conclusão não é um ranking definitivo, mas um alerta técnico: filtros podem parecer iguais por fora, mas são diferentes por dentro. E essas diferenças impactam diretamente no uso correto.
Os filtros analisados foram:
Tecfil PSL619
Vox LB619
ACDelco 89/90/5845 (original GM)
Mann-Filter W7 Multi 18
Fram PH4722
Mahle OC090
Wega W130
Logo no início, o autor chama atenção para algo interessante: a coincidência na numeração dos códigos com 619 da Vox e Tecfil, algo muito comum na indústria de filtros e que frequentemente gera dúvidas na hora da substituição. A verdade é que as duas empresas são parte do mesmo grupo.
Um ponto importante sobre filtros originais
No caso do filtro ACDelco, por ser o original GM, o autor observa que ele apresenta apenas aplicações, sem uma tabela de conversão direta para outras marcas. Esse é um cenário bastante comum e uma das principais dificuldades enfrentadas por quem precisa substituir filtros OEM por equivalentes.
Comparação técnica apresentada no vídeo
O vídeo aprofunda a análise mostrando dados técnicos relevantes, como:
Altura dos filtros
Apesar de pequenas diferenças entre marcas, do ACDelco até a Mahle a variação é inferior a 2 mm, tornando esses filtros tecnicamente muito próximos nesse aspecto. A Wega apresenta a menor altura entre os analisados.
Comprimento do elemento filtrante
Aqui surgem diferenças mais visíveis:
Mann-Filter: maior comprimento
Fram: segundo maior
Mahle e ACDelco empatados
Wega, Tecfil e Vox com elementos menores
Área total de filtragem
Ao multiplicar altura pelo comprimento do elemento filtrante, o autor chega à área total, onde novamente a Mann-Filter lidera, seguida pela Fram. Tecfil, Vox e Wega aparecem com áreas menores, mas ainda dentro de padrões compatíveis para a aplicação.
A conclusão técnica do autor é clara: externamente os filtros parecem iguais, mas internamente existem diferenças reais de projeto.
📏 O QUE CHAMOU ATENÇÃO NA ANÁLISE
Durante a comparação, o autor observa que:
Em altura, vários filtros apresentam diferenças mínimas, inferiores a poucos milímetros, sendo tecnicamente muito próximos
No comprimento do elemento filtrante, já surgem diferenças mais visíveis entre as marcas
Ao considerar a área total de filtragem, alguns filtros se destacam por ter maior superfície, enquanto outros adotam projetos mais compactos
A principal conclusão do teste é simples e direta: filtros equivalentes por aplicação não são necessariamente iguais por dentro.
O que os comentários reforçam
Nos comentários desse tipo de vídeo, é comum ver profissionais concordando em um ponto:
ver o filtro por dentro é interessante, mas na rotina de trabalho o maior risco está em errar a aplicação, não em desconhecer a construção interna.
Essa percepção reforça a importância de unir:
conteúdo educativo (como o vídeo)
com ferramentas técnicas de conversão e aplicação
⚠️ O PONTO QUE O VÍDEO NÃO RESOLVE (E VIRA DOR REAL)
Apesar de extremamente educativo, o vídeo não resolve a principal dificuldade enfrentada no dia a dia de oficinas e autopeças:
descobrir qual código pode substituir outro com segurança e em quais veículos ele realmente se aplica.
É exatamente por isso que buscas como “PSL619 equivalente”, “W130 conversão” ou “filtro ACDelco Onix substituto” são tão comuns.
🔍 ONDE A CONVERSÃO DE FILTROS ENTRA NA PRÁTICA
Ao pesquisar códigos como PSL619, W130, PH4722 ou OC090 no Conversor de Filtros, o usuário consegue ir além do que o catálogo individual mostra, encontrando:equivalências conforme catálogos oficiais
referências cruzadas entre marcas
códigos equivalentes adicionais
lista completa de aplicações, confirmando motores e modelos compatíveis
equivalências conforme catálogos oficiais
referências cruzadas entre marcas
códigos equivalentes adicionais
lista completa de aplicações, confirmando motores e modelos compatíveis
Isso complementa o conhecimento técnico mostrado no vídeo e transforma curiosidade em decisão segura.
👉 o vídeo educa sobre construção
👉 a ferramenta resolve a substituição correta
Conclusão
Ver um filtro por dentro ajuda a entender como ele funciona. Conteúdos práticos como esse ajudam a entender o que existe dentro de um filtro e por que ele não é apenas “uma lata com papel dentro”. No entanto, na rotina de manutenção, o fator decisivo continua sendo acertar o código equivalente e a aplicação correta.
Por isso, vídeos técnicos e ferramentas de conversão não competem entre si. As duas coisas se complementam, mas cumprem papéis diferentes. Um ajuda a entender o produto, o outro ajuda a tomar a decisão certa. Para quem precisa acertar o filtro certo no dia a dia, equivalência e aplicação continuam sendo o fator decisivo.
Conteúdos técnicos despertam curiosidade. Ferramentas de conversão resolvem o problema prático. Quando usados juntos, entregam muito mais valor para quem precisa manter o veículo rodando sem erro.